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Reabilitação

Fachada degradada: recuperação e impermeabilização

2026-09-05·7 min de leitura
fachadasreabilitaçãoimpermeabilizaçãoLisboa

Sinais de degradação

O reboco a descolar, manchas de humidade, efflorescências salinas, fissuras e perda de cor são indícios de que a fachada precisa de intervenção. Além do aspeto, uma fachada degradada deixa de proteger a estrutura.

Em edifícios históricos de Lisboa, é comum encontrar alvenaria de pedra calcária e azulejos que exigem técnicas específicas de recuperação, respeitando a matéria original e as normas do Plano de Pormenor.

Abordagem correta

A recuperação começa com a remoção dos revestimentos deteriorados e a limpeza do suporte. Depois, aplica-se uma impermeabilização adequada ao tipo de alvenaria, seguida de reboco de qualidade ou acabamentos específicos.

Nunca se deve aplicar tinta ou revestimento impermeabilizante sobre uma fachada húmida sem a tratar primeiro. O efeito seria o oposto: a água fica presa e o problema agrava-se.

Solução prática

Para fachadas comum, o ciclo típico inclui jateamento, consolidação do suporte, hidrofugação e acabamento com tinta respirável. Em fachadas de valor patrimonial, optamos por argamassas de cal hidráulica e técnicas de reintegração cromática.

A manutenção periódica é fundamental: uma fachada bem tratada e inspecionada de dois em dois anos evita reparações muito mais dispendiosas no futuro.

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